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quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

Tragédia no Haiti

O terremoto que atingiu o Haiti ontem ás 17 horas da tarde no horário Haitiano, chegou a 7 graus na escala Ritcher deixando o Haiti praticamente em situação alarmante, com muitos feridos e várias mortes podendo superar o número de 100 mil mortos. O Brasil anunciou ajuda de US$ 15 milhões, além de 28 toneladas de alimentos. A ONU vai liberar sua verba de 10 milhões do fundo de emergências para socorrer as vítimas. Já o Estados Unidos vai enviar quatro navios e um avião de carga e o primeiro ministro do Reino Unido Gordon Brown, prometeu ajuda humanitária e equipamento de emergência,o governo britânico ainda não definiram quanto vai ser a ajuda financeira. O terremoto devastou a capital Porto príncipe, segundo o embaixador do Haiti na organização dos Estados americanos, afirmou que nunca viu uma catástrofe como essa no Haiti e disse que nunca precisamos tanto da ajuda de outros países como agora.
A situação por lá ainda é muito preocupante até porque, várias pessoas estão vivas debaixo dos escombros. E nas ruas de Porto príncipe o que mais se vê é pessoas feridas esperando ser atendidas ao lado de pessoas mortas.
Nessa tragédia o Brasil perdeu umas das pessoas mais importantes de nosso país a fundadora e coordenadora da Pastoral da criança Zilda Arns que tinha viajado para fazer palestras sobre mortalidade infantil. No momento do terremoto, Zilda estava dando uma palestra em uma igreja de Porto príncipe. Além da coordenadora da Pastoral da criança, mais 11 militares brasileiros morreram no desastre.
È muito triste saber que um país pobre como o Haiti que passa por muitas dificuldades em relação a pobreza e a pouca qualidade de vida, sofra também com essas catástrofes da natureza. Porém, o que nos resta a fazer é ajudar esse país, com solidariedade e esperança de que um dia vamos ajudá-los á vencer essas dificuldades e provar para o mundo inteiro que nessas horas todas as nações podem se reunir para ajudar qualquer país que precisar de ajuda.


Tchau!
até amanhã.


Por: Tiago Vieira

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